Chatear no Twitter

Desde os primórdios da comunicação na internet sempre houve pessoas tão simpáticas, tão simpáticas que se tornavam irritantes. Sim, estou a falar da malta que se dedica a mandar «powerpoints» brasileiros com mensagens profundas sobre amizade, que dá «fives» e deixa comentários fofinhos a todos os contactos que tem no Hi5, que usa «smileys» queriduchos em todas as frases no Messenger e que se diverte a mandar turras no Facebook.

Como se os meios tradicionais não bastassem, alguém criou uma página totalmente dedicada a enviar coisas aos amiguinhos do Twitter. Pois é, com o Poke.ly é possível percorrer a lista de contactos, mandando tangas, partilhando a dor pela morte de Michael Jackson, atirando tijolos ou apoiando a luta contra a pobreza. É bonito e extremamente simpático.

O relógio da morte

Ver as horas a passar é, para os deprimidos, estar um passo mais próximo daquele momento em que os seres vivos passam a ser mortos. Isto é especialmente verdadeiro no caso deste relógio, que usa insectos como fonte de energia.

Os bichinhos são apanhados numa correia pegajosa (como aquelas fitas de apanhar moscas) e são conduzidos até um poço de  bactérias que os digere. A reacção química provocada pela digestão, depois, alimentará o relógio.

Felizmente para os insectos, este aparelho é apenas um protótipo de dois desenhadores britânicos, James Auger e Jimmy Loizeau, e creio que faria grande sucesso nas noites de férias que se avizinham.

Coisas das estrelas

Coisa número 1: casa de brincar

Qualquer pai ou mãe que seja fã da «Guerra das Estrelas» quererá adquirir esta casa de brincar construída com a forma de um Tie-Fighter. Pela imagem, tem capacidade para duas criancinhas pequenas e uma maior. Não é muito, mas já ajuda a mantê-las ocupadas durante um tempo. Custa €58,49 e estará disponível a partir de 10 de Julho.

Coisa número 2: pens usb

Um computador não fica completo sem ter algum acessório relacionado com esta saga. Apesar de só estarem disponíveis em Outubro, a reserva destas pens de 2 GB justifica-se pela cabeça desproporcional e querida do Yoda, do Darth Vader e do Stormtrooper. Custam $24.99.

Coisa número 3: papagaios

Quem passar férias na praia terá, agora, algo mais divertido para fazer do que jogar à sueca ou ténis com raquetes de madeira: lançar papagaios com a forma, em três dimensões, das naves da «Guerra das Estrelas». A escolha recai sobre o X-Wing do Luke Skywalker, o Millennium Falcon e um Tie Fighter. Cada nave é vendida por $39.99.

Jogatana no Twitter

Descobri, hoje, mais um motivo para perder tempo no Twitter: jogos. Ao que parece existem vários e para todos os gostos, mas aqui ficam apenas os três que achei mais interessantes até agora.

  • 140 Mafia: o primeiro que encontrei, através de um twitt do @ruijscosta. O objectivo é criar uma família mafiosa, recrutar amigos e subir na hierarquia roubando, extorquindo e espancando outros utilizadores.
  • ChessTweets: como devem calcular, aqui é possível jogar partidas de xadrez com outros utilizadores, usando as actualizações do Twitter para enviar os movimentos de um lado para o outro.
  • Spymaster: semelhante ao 140 Mafia – mas com um aspecto gráfico mais agradável -, aqui o jogador encarna um espião (da CIA, do MI6 ou dos serviços secretos russos), que se torna o mestre da sua rede de contactos. Quantos mais contactos forem convencidos a entrarem no jogo, mais se ganha. De resto, é assassinar outros utilizadores, realizar tarefas e operações secretas de forma a recolher fundos para adquirir armamento e esconderijos.

Aniversário milenar

Outro dia, quando fiz anos, recebi algo com que todos os miúdos fãs da «Guerra das Estrelas» devem sonhar. Quando era pequena, não havia nada disto em terras de Portugal e não era propriamente uma prenda feminina para trazer do outro lado do Atlântico. Assim, aos meus 27 anos, tenho a minha desforra: uma réplica do Falcão Milenar!

A caixa

Fabricado pela Revell, uma empresa que se dedica ao fabrico de modelos em plástico desde 1943, este modelo da nave do Han Solo e do Chewbacca tem 52 peças e é extremamente fácil de montar porque não necessita de cola, é só encaixar. Foi tão fácil que eu e o Viriato conseguimos montá-lo num instante, na tarde de Sábado.

 A primeira coisa a tomar forma foi o «cockpit», seguido das peças do trem de aterragem que, à primeira vista, pareciam pertencer ao arsenal do Falcão.

Cockpit e duas das peças do trem de aterragem

A seguir, continuámos a tirar componentes e a juntá-los.

A retirar peças

Até que chegámos à parte de baixo da nave.

Parte de baixo ainda presa

Que fica assim com o trem de aterragem montado (também pode circular sem ele uma vez que o modelo vem com umas tampinhas bonitas em caso de recolha) e com a rampa de acesso.

Falcão Milenar com o trem de aterragem

A rampa de acesso

A rampa de acesso

De seguida, foi a vez das partes que ficam entre a parte de baixo e a de cima. Esta parte foi mais complicada porque estava sempre a cair. Por isso é que as instruções recomendavam o uso de cola ou de fita-cola para as fixar.

Entre a parte de baixo e a de cima

Entre a parte de baixo e a de cima

Depois foi a vez das portas de acoplagem.

Porta de acoplagem de estibordo

Porta de acoplagem de estibordo

Porta de acoplagem de bombordo

Porta de acoplagem de bombordo

E da retaguarda.

Luz azul da retaguarda, mas não luze.

Luz azul da retaguarda, mas não luze.

Antes de juntar as duas metades e de tapar o cockpit, tivemos de sentar o Han Solo e o Chewbacca nas suas cadeirinhas, atrás do volante da grande nave.

Han Solo e Chewbacca no cockpit

Han Solo e Chewbacca no cockpit

Piloto e co-piloto

Piloto e co-piloto

Finalmente, foi só encaixar tudo. E eis o resultado.

Falcão Milenar num planeta distante

O brinquedo foi comprado no Toys ‘R’ Us de Aveiro, mas não consigo encontrar nenhuma informação sobre ele na página. Portanto, é ir lá e procurar.

Falcão Milenar noutro planeta distante

Salvem as baleias

Talvez tenha sido por ter crescido com o «Libertem o Willy», com repetições do «Flipper» e com o «Star Trek IV: The Voyage Home» que, por muito cliché que seja, sempre achei que os cetáceos – baleias, golfinhos, orcas e todo o resto – animais demasiado evoluídos para serem caçados pelos humanos.

Deste modo, não podia deixar de referir a campanha do Greenpeace com vista a impedir a continuação da caça à baleia, no Japão. Em Send A Whale é possível criar e enviar um «origami» virtual destes mamíferos e juntá-lo ao grupo que se dirige para o país do sol nascente.

Convém não esquecer que, em 1986, a Comissão Internacional das Baleias decretou uma moratória para a captura comercial de baleias. No entanto, o Japão – juntamente com a Noruega e a Islândia -, apesar de serem membros da comissão, não aderiram a esta suspensão.

Piar pelo telemóvel

Continuo a achar – talvez por ainda não ter um telemóvel XPTO com wi-fi ou um computador portátil para estar ligada a toda a hora - que as SMS’s são a melhor forma de receber e enviar twitts. Rede de telemóvel está quase sempre disponível e o aparelhinho continua a ser sempre mais discreto do que  qualquer netbook.

 Assim, fiquei satisfeita quando tomei conhecimento do TweetaPorSMS. Esta página permite, através de registo prévio, o envio de mensagens para um número nacional (apenas 91), o que torna o uso do Twitter substancialmente mais barato.

Por enquanto, ainda não dá para receber os twitts recebidos, nem as respostas, nem usar acentos mas, brevemente (esperemos), tal já será possível.

Simplexidades

Ortografia simplex das novas placas – vindas de Lesboa – do Tribunal de Anadia.

Música de borla

download de música ilegal, apesar de os cd’s serem caros, viola os direitos de autor e não é bonito. Portanto, quando aparecem faixas à borla há que aproveitar.

São 762 canções para descarregar na Amazon, nomeadamente, dos Flight Of  The Conchords e dos Death Cab For Cutie. No entanto, ainda não verifiquei a existência de algumas restrições para este nosso país. Se houver algo, avisem na caixa de comentários.

Vintage beirão